A disputa entre Exxon Mobil Corp. e Chevron Corp. pela maior descoberta offshore em uma geração quase destruiu um acordo de US$ 53 bilhões devido a uma cláusula contratual que poucas pessoas conheciam.

A cláusula em questão fazia parte de um acordo confidencial assinado há mais de uma década, que regia como os produtores trabalham juntos no próspero campo de petróleo da Guiana. A Exxon utilizou essa cláusula como base para um caso de arbitragem que ameaçou desfazer a aquisição da Hess Corp. pela Chevron.

A disputa que se seguiu durou 20 meses e ameaçou manchar os legados dos CEOs das duas empresas. O caso revelou como os relacionamentos cordiais entre executivos de petróleo americanos foram levados ao limite quando uma descoberta de US$ 1 trilhão estava em jogo.

O CEO da Chevron, Mike Wirth, afirmou que a disputa deveria ter sido resolvida mais rápido e que se tratava de uma leitura direta e clara do contrato. Já a Exxon defendeu sua posição, alegando que tinha o dever de proteger o valor que criou para seus investidores.

Após a resolução do caso, a Exxon deu as boas-vindas à Chevron na joint venture, enquanto a Chevron se sentiu aliviada com a conclusão da disputa.


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Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: redacao@camillodantas.com.br

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