O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que o programa Bolsa Família foi responsável por tirar cerca de 5,1 milhões de beneficiários da pobreza, o que representa um auxílio direto a cerca de 15 milhões de pessoas. De acordo com o ministro, essas famílias saíram do programa após aumentar a renda familiar e começar a trabalhar, contrariando a ideia de que os beneficiários tentariam permanecer no programa indefinidamente. O ministro cita estudos que indicam a eficácia do programa, destacando, por exemplo, que cerca de 70% dos beneficiários deixaram a pobreza, principalmente por meio da educação.
O ministro Wellington Dias se refere a críticas feitas pelo apresentador de TV Luciano Huck, que sugeriu que parte dos beneficiários busca permanecer no programa “eternamente”. No entanto, o ministro destaca que o Bolsa Família tem sido crucial para a melhora no perfil socioeconômico do país, citando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, que coloca o Brasil em um grupo de países com desenvolvimento “muito alto”. Além disso, o ministro destaca o aumento do empreendedorismo entre os beneficiários, com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrando que 5,9 milhões de inscritos no Cadastro Único atuam como pequenos empreendedores. Isso indica que o Bolsa Família não apenas ajuda a reduzir a pobreza, mas também apoia a criação de empresas e empregos.
De acordo com os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Brasil alcançou o IDH de 0,805, passando a integrar o grupo de países com desenvolvimento “muito alto”. Além disso, o ministro destaca que a Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o Banco Mundial aponta que cerca de 70% dos beneficiários do Bolsa Família deixaram a pobreza, principalmente por meio da educação. Isso sugere que o programa está tendo um impacto significativo na redução da pobreza e na melhora do perfil socioeconômico do país.
O ministro também destaca a importância de aproveitar fatos como esse para “enterar de vez o preconceito que se tem com relação aos mais pobres”, destacando que a redução da pobreza deve ser vista como um indicador de sucesso do programa. No entanto, é importante notar que a percepção pública sobre o Bolsa Família ainda é influenciada por preconceitos históricos contra as camadas mais pobres da população brasileira.